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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Convite para lançamento virtual de Sentinela

Meu vício maior, depois da escrita, é a música. Como Sentinela só tomou esta forma por causa de uma música, pensei em fazer uma coisa um pouco diferente, e ao invés de só mostrar a versão original fazer uma gravação na minha voz.
É uma honra para mim ter trabalhado nessa gravação com o Drake Chrisdensen, vocalista e compositor da Ruins of Elysium. Espero que gostem do resultado!!!

LINKS :
Instagram - http://instagram.com/thaischristabel


Link para o formulário de inscrições: http://goo.gl/forms/yDD0wDvJ9w
Evento virtual + Surpresa :
https://www.facebook.com/events/761298933951870/?fref=ts


Assim chega ao fim a semana de divulgação de Sentinela.




quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Playlist da autora Thais Lopes

A autora Thais Lopes nos conta hoje sua trilha sonora para a escrita do livro Sentinela. Como já havia citado na entrevista, ela não consegue escrever sem uma música ao fundo. 

Essa playlist é mais uma trilha sonora de escrita, as músicas que para mim fizeram sentido ao longo da história e me ajudaram a entrar no clima das cenas. Ou seja: não garanto que vão fazer muito sentido. Algumas músicas têm relação direta com as cenas, outras simplesmente funcionaram por algum motivo que nem eu sei. Vou falar sobre as que têm relação direta com partes da história, mas a playlist completa está no link.
VK Lynne – Black Halo: foi a primeira música que coloquei para tocar quando comecei a escrever Sentinela, sem ter certeza do que ia sair. Trilha sonora da cena inicial no hangar.
Ruins of Elysium – Sentinels of the Starry Skies: a música que fez a história render, que definiu o título, e que fez o que era um conto virar um quarteto. Trilha sonora de tudo, simples assim.
Christina Aguilera – Fighter: música tema da Aíla. Quando comecei a escrever e mexer com o passado da Aíla, essa música veio na minha cabeça na hora. Ela é exatamente o que a letra fala: alguém que pegou todos os problemas, tudo o que deu errado, e transformou isso tudo em força no fim das contas.
Beyond the Bridge – The Struggle: todos os momentos de decisão, quando Aíla estava pesando o que fazer/o que não fazer.
Rammstein – Sonne: fazia anos que eu não escutava essa música, mas por algum motivo minha cabeça resolveu que ela funcionava de trilha sonora na reta final do livro. Ok, não discuto.
Vincenzo Avallone – SG-1: a voz do Ruan, que faz os vocais nessa música, já foi minha trilha sonora em várias histórias que estão engavetadas. Quando o Vincenzo me mostrou essa música foi uma coisa instantânea de “preciso colocar na playlist de escrita”. Essa música marcou as cenas onde Aíla tem que tomar decisões complicadas, e especialmente o final do livro.
Lindsey Stirling feat. Lzzy Hale – Shatter Me: essa é a música tema da mercenária Ezi, e pensei nela desde a primeira vez que imaginei a cena da última batalha.

Escute a playlist aqui.




quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Conhecendo o mundo e os personagens de Sentinela de Thais Lopes

Hoje vamos conhecer o mundo e os personagens de Sentinela, novo livro de Thais Lopes e que durante esta semana está em divulgação. Dá uma conferida nessas informações super legais do livro!!

O mundo
Sentinela se passa em outro universo, chamado Ionessen. Muito tempo atrás, depois da guerra que marcou o início da Primeira Era, os povos formados pelos descendentes de Táiran espalharam suas colônias por todos os planetas habitáveis que encontraram. Um governo central foi criado, e durou por muitos anos, até perceberem que não era algo viável.
Mas os descendentes de Táiran eram conhecidos – e temidos – justamente por causa da sua tecnologia, e das suas estranhas habilidades que mais pareciam magia. E todos este poder logo levou a uma nova guerra, dois dos povos mais poderosos, os airenis e os c’erit, se unindo contra o restante das colônias.
A guerra que se seguiu tomou proporções grandes demais, e a Ordem dos Guardiões foi criada como uma força militar independente, capaz de manter o equilíbrio através de qualquer meio necessário. A Grande Guerra foi encerrada, e a Ordem impôs várias restrições sobre o desenvolvimento tecnológico dos povos de Ionessen.
Muitos anos depois, as cicatrizes desta guerra ainda são visíveis nos povos antigos que se escondem, nas grandes bases militares abandonadas, e no medo que ainda faz parte da vida de muitas pessoas.

Os personagens
Aíla: ela se juntou à Ordem dos Guardiões por ser sua única opção quando seus poderes despertaram. Cresceu em uma fazenda, cercada por histórias dos tempos antigos e da época áurea do seu povo, e sempre foi vista como instável entre os Guardiões, por causa de um incidente quando ainda era uma Aprendiz. Mesmo assim, foi escolhida pelo Arqui-Guardião Aldaron, um dos fundadores da Ordem, e decidiu treinar ainda mais do que o normal, tentando se tornar uma Guardiã perfeita. Tem um passado complicado, e aprendeu da pior forma possível que confiar em quem não deve é a forma mais fácil de perder tudo o que conquistou.
Kai Ithar: ele se tornou o rei dos c’erit em uma época turbulenta, quando o Reino percebeu que estava isolado do restante de Ionessen e seus aliados, os airenis, não eram tão confiáveis assim. Precisou aprender à força que nem sempre as tradições milenares eram o melhor caminho, mesmo que parecessem ser necessárias para a sobrevivência do seu povo. Isso fez com que ele aprendesse a reconhecer exatamente o que quer, e que é melhor agarrar as oportunidades quando elas aparecem, mesmo que não seja o momento ideal, do que deixar a chance passar.
Aíla e Kai
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Evento virtual + Surpresa : https://www.facebook.com/events/761298933951870/?fref=ts



terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

A origem das Crônicas de Táiran de Thais Lopes

Hoje a Thais vai nos contar como surgiu a série. Vem conferir:

Nas entrevistas na época do lançamento do Ciclo da Morte me perguntaram se ele tinha sido meu primeiro livro escrito. Falei que não, que antes disso tinha escrito algumas coisas numa outra ambientação, o meu “mundo” mais velho. O mundo de Sentinela é exatamente esse primeiro mundo que eu criei, apesar de Sentinela não ter sido a primeira história escrita nele.
Comecei a criar esse mundo quando tinha uns 10, 11 anos e estava viciada em tudo que tinha a ver com espaço. Meu sonho na época era estudar astronomia, e tinha um amigo que queria ser astrofísico. Níveis de nerdice lá nas alturas. Mas eu já era viciada em histórias fantásticas, e acabei mesclando essas duas paixões.
Pouco depois disso comecei a ler O Senhor dos Anéis. O resultado foi que o que era o começo de uma historinha pequena, em um mundo que era coisa louca de cenário de fantasia em ambientação espacial, tomou proporções épicas. Comecei a esboçar uma linha do tempo, as várias eras, o que havia mudado de uma época para outra... E nesse meio tempo aquela primeira história começou a tomar forma.
A história virou uma trilogia, que virou um quarteto, que voltou a virar trilogia, e que foi reescrita tantas vezes que já perdi a conta. Engavetei. Mas o mundo nunca parou de crescer na minha cabeça. No meio do caminho conheci a série Darkover, e comecei a trabalhar mais o conceito das épocas diferentes, como o que era história, fato conhecido, acabaria se transformando em lenda, descobertas e conhecimentos que iam se perder... Às vezes eu sentava e começava a imaginar cenas rápidas em cantos esquecidos, coisas que não tinham nada a ver com a história principal.
E foi no meio dessa brincadeira que percebi que tinha uma parte da minha linha do tempo que não fazia nenhum sentido. Um povo que mudava totalmente suas lealdades, sem nenhum motivo. Aquilo ficou batendo de um lado para o outro na minha cabeça, uma pergunta sem resposta muuuuito chata, até que apelei e resolvi começar a escrever.
O começo custou a fluir. Precisei de mais de cinco capítulos para perceber que a história PRECISAVA ser um romance. E mesmo assim o livro só começou a render quando um amigo me mandou uma música da banda dele. Sentinels of the Starry Skies (e sim, a música é o motivo do título mesmo). De forma geral, a música não tem muito a ver com a história, mas alguns versos fizeram sentido perfeitamente, e me deram a guia que eu precisava para render.
E aí a história rendeu, os personagens apareceram... E o que era para ser um conto virou um quarteto.



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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Divulgação do livro Sentinela!!

Hoje é o dia de quotes, que são algumas frases do livro. Vem dar uma conferida!!







Além dos quotes, duas resenhas super especiais estão a disposição de vocês:


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Evento virtual + Surpresa :
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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Biografia e entrevista com a autora Thais Lopes

Segundo dia de divulgação do livro Sentinela e hoje estaremos apresentando para vocês a autora desse livro.

Biografia
Mineira do interior, Thais Lopes cresceu entre livros. Desde criança, cria histórias e mundos fantásticos. Seu primeiro livro publicado foi O Ciclo da Morte, uma fantasia urbana ambientada no Brasil. Atualmente mora em Belo Horizonte com seus seis gatos.

Confira agora a entrevista:
Em menos de um ano, dois livros publicados e um conto disponibilizado, qual é a sensação de ver seus sonhos se tornarem realidade? Sente medo?  (Blog Miih e o Mundo Literário)
Sinceramente? Estou meio que em choque ainda! Quando enfiei na cabeça que ia publicar o Ciclo da Morte não esperava nem metade da recepção que tive, nem que fosse render o tanto de coisas que rendeu. Passei quase duas semanas olhando para as fotos e esperando cair a ficha de que eu tinha participado da Bienal do Livro de Minas mesmo. Não diria que sinto medo... Mas que estou assustada com como as coisas estão acontecendo, estou sim! (Assustada de forma positiva rs)

Alguém já te parou na rua e pediu uma foto autógrafo? Como se sentiria com isso? (Isabela Santos)
Umas semanas atrás, eu estava saindo de um bar com os amigos, indo descer as escadas do prédio, quando aparece um cara do nada e me para perguntando se eu era Thais, aquela escritora lá, que ele tinha meu livro, que tinha tirado foto comigo na Bienal, e isso, e aquilo... E eu com aquela cara de “DAFUQ, ta me zuando?” rsrs Enfim, era zueira mesmo, um cara que conhecia do facebook, por causa da fábrica de hidromel. Mas já sei qual vai ser minha reação se isso acontecer pra valer, pelo menos!

Você tem alguma mania ou "ritual" na hora de escrever? (Blog Lendo por Amor)
Música tocando! Tenho muuuuuuita dificuldade de escrever sem minha “trilha sonora”. Em casa, no ônibus, no ensaio do coral... Sempre tem que ter alguma música de fundo.

Quais são suas maiores influências literárias? (Blog Lendo por Amor)
São muitas. Acho que as maiores mesmo são Tolkien e Marion Zimmer Bradley, mas a grande maioria do que eu leio me influencia de uma forma ou de outra.


Algum livro foi importante na criação de Sentinela? Qual? (Blog Página 394)
Vários! Praticamente todos os da minha coleção de romance paranormal (que são o “molde” que resolvi seguir para essa série). Falando mais especificamente, quatro séries que ainda não foram lançadas no Brasil: Psy-Changeling e Guild Hunter, da Nalini Singh; Guardians, da Meljean Brook; e Darkest London, da Kristen Callihan. Além disso, a série Darkover, de Marion Zimmer Bradley. É velha e quase ninguém conhece, mais foi a maior responsável pelo formato das Crônicas de Táiran.

Seus personagens são inspirados em pessoas reais ou são completamente fictícios? (Blog Lendo por Amor, Isabela Santos)
Nessa série, completamente fictícios. Na série Santuário da Morte às vezes me inspiro em algumas manias e no jeito de pessoas que conheço, mas nas Crônicas de Táiran (acho que) não usei nada.

O que ou quem te inspirou a escrever Sentinela? (Blog Encontros de Mundos, Blog Página 394, Blog Eu e Meu Vício Chamado Leitura)
Sentinela foi uma brincadeira/experiência que comecei a escrever para explicar uma reviravolta meio sem noção na linha do tempo desse mundo (sim, eu fiz uma linha do tempo). Era uma ideia solta na minha cabeça, resultado de um monte de influências que com certeza não vou conseguir nem achar. Quando tinha escrito uns poucos capítulos, um amigo me mandou uma música da banda dele, Sentinels of the Starry Skies (https://www.youtube.com/watch?v=WNn15HkwxWo ). A música é inspirada em um jogo, mas mesmo assim alguns versos bateram com a minha ideia, e quando percebi o que era para ser um conto tinha virado um quarteto.

Você se baseou em pessoas ou em fatos para escrever Sentinela? (Blog Encontros de Mundos)
Eu tenho quase certeza que não. Mas às vezes meu subconsciente me faz umas surpresinhas, então... rsrs


Quanto tempo demorou para escrever o livro? (Blog Lendo por Amor)
Esse livro foi uma coisa insana. Escrevi os primeiros cinco capítulos em coisa de duas semanas, e travei. Aí o Drake me mostrou a música, as ideias voltaram, e em menos de dois meses estava tudo pronto.

O que te leva a escrever títulos tão intrigantes? (Isabela Santos)
Tenho probleminhas de excesso de imaginação mesmo. Leio muito e desde muito nova, sempre tive contato com literatura fantástica. As mil coisas que eu lia sempre se misturavam na minha cabeça, e comecei a inventar minhas histórias desde criança.

Qual de seus personagens de Sentinela é seu favorito (se é que existe só um)? Por quê? O que ele significa para você? (Blog Encontros de Mundos, Blog Página 394)
Pergunta difícil. MUITO difícil. Até o presente momento, é a Ezi, por causa do jeito que ela ignora o medo, ignora o ódio, e faz o que é preciso. O segundo lugar acho que seria do Edel. Aquele garoto nem vai dar trabalho!

Em que mundo você se espelhou para fazer o mundo Sentinela? (Blog Eu e Meu Vício Chamado Leitura)
Juro que não sei. Acho que foi uma mistura de várias referências mesmo. Na época que comecei a criar esse mundo eu estava em uma fase muito viciada em astronomia, imagens espaciais, e qualquer coisa do tipo. Mas já lia muita fantasia, aquelas histórias com reinos, castelos... Então acabou que misturei os dois: peguei a estrutura do mundo de fantasia, que eu já era apaixonada, e joguei dentro de um ambiente espacial.

O você espera que os leitores sintam ao ler o Sentinela? (Blog Página 394)
Espero que consigam mergulhar na história, só isso mesmo.



Seus fãs sabem muito bem que você tem um certo problema com romances. Como foi escrever e fazer crescer um romance em Sentinela? É complicado? Precisou de ajuda? Quais? O que podemos esperar do romance escrito em Sentinela? (Blog Miih e o Mundo Literário)
Eu tenho um grande problema com romances “fofos”, isso sim. Mas atualmente o que mais leio é romance paranormal (mesmo que sejam séries não lançadas no Brasil). O difícil foi fazer o romance realmente se encaixar na história, ser parte dela, sem ficar aquela coisa de “precisa ter romance, então toma” (que é o meu problema com muitos livros com romance). Reli vários livros das minhas séries favoritas de romance paranormal enquanto estava escrevendo Sentinela (e Vigilante também) justamente para entender melhor como as autoras trabalhavam essa questão. Então podem esperar um romance que é totalmente parte da história – eu diria, inclusive, que é o que dá a direção da história – e quente também.

Além de romance, você presenteou aos seus queridos leitores cenas quentes, muito quentes por sinal. Como foi escrevê-las? Precisou de ajuda? Qual sua fonte de inspiração? (Blog Miih e o Mundo Literário)
As cenas mais quentes começaram com uma experiência mesmo. Queria tentar fazer alguma coisa na linha das séries que mencionei, e a base que eu já tinha para a história ia encaixar certinho. Foi muito difícil escrever essas cenas, especialmente porque eu nunca tinha pegado para fazer nada do tipo, nem em fanfics. O que me ajudou muito foi um post que a autora Kristen Callihan fez no facebook logo antes do lançamento de um dos livros dela, falando sobre suas cenas quentes. Ela falou que eram as cenas que ela mais demorava a escrever, porque tinham que passar alguma coisa sobre a personalidade dos personagens e sobre a relação deles. Não era só uma cena ali, tinha existir uma história dentro daquilo. Aí toda hora que eu começava a escrever, lembrava dessa fala dela. Difícil, viu. Precisei de ajuda para ver se o que estava escrevendo realmente estava dando certo, e a Jéssica, que foi “recrutada” para ser beta dessa série por isso, me fez reescrever a primeira cena umas quatro vezes. E as inspirações foram as séries de romance paranormal mesmo.

Você superou suas expectativas em Sentinela? (Blog Eu e Meu Vício Chamado Leitura)
Com certeza, e em todos os sentidos! Fiz várias experiências escrevendo ele, sem saber no que ia dar, e o resultado foi muito melhor do que eu imaginei que conseguiria fazer.

O que podemos esperar dos próximos volumes das Crônicas de Táiran?  (Blog Miih e o Mundo Literário)

Posso falar que as histórias vão seguir a mesma linha: mais romance, mais cenas quentes, e uma história não exatamente fofa.

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sábado, 31 de janeiro de 2015

Semana de divulgação do livro Sentinela de Thais Lopes

Durante essa semana estará ocorrendo aqui no blog e em outros blogs parceiros da autora a semana de divulgação do livro Sentinela de Thais Lopes. Pra começar, algumas informações do livro e da sua sequência. 

A série
Crônicas de Táiran - Os Guardiões
·    Sentinela
·         Vigilante
·         Protetora
·         Guardiã


Muito tempo atrás, além da memória das lendas, uma família assumiu a missão de manter, se não a paz, no mínimo a estabilidade entre os povos de Ionessen. Um mundo marcado por guerras e conflitos contínuos, onde a magia é comum, e a tecnologia é controlada. Onde erros do passado não são esquecidos, e as consequências podem demorar séculos para serem vistas. Estas são as histórias dos descendentes de Táiran.

Os livros deste quarteto são independentes, cada um deles focando em um casal de protagonistas e no seu papel na história deste mundo.

Sentinela – Thais Lopes
Desde sua criação, ninguém atravessara os portões do Reino C'erit. Ninguém sabia o que acontecia por trás deles, ou qual havia sido o destino das pessoas que, tempos atrás, haviam se isolado ali para construir um novo lar. Por isto, até mesmo os Guardiões se surpreendem com a chegada de uma mensagem.
Quando a Arqui-Guardiã Aíla é enviada em resposta ao chamado, ela não faz ideia do que vai encontrar. Mas nem mesmo uma vida inteira na cidade-fortaleza dos Guardiões poderia prepará-la para o que precisará enfrentar: traição, uma nova ameaça à Ordem, e um homem capaz de abalá-la.

Sentinela, é o primeiro livro do quarteto, e sua continuação, Vigilante, já tem sinopse.

Vigilante – Thais Lopes
A mercenária Ezi aprendeu cedo que precisava se esconder se quisesse sobreviver. E, acima de tudo, não podia deixar que os Guardiões soubessem quem era, ou do que era capaz. Mas uma única batalha tinha destruído anos de cuidado. Agora era apenas uma questão de tempo até que a Ordem mandasse alguém atrás dela, como haviam feito com seus pais...
Mas ela não sabe o que pensar quando o Arqui-Guardião Ziderrenoh chega na vila onde mora trazendo um aviso enigmático. Depois de anos se escondendo, Ezi precisa decidir o que é mais importante: sobreviver ou assumir sua herança, mesmo que isto coloque sua vida em risco.


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