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sexta-feira, 10 de abril de 2015

[Resenha] Coração sem fim

Título da obra: Coração sem fim
Autor(a): Larissa Lúcio de Carvalho
Número de páginas: 456
Sinopse: Um romance que ressalta os sentimentos mais profundos vividos pelo ser humano, o conflito que esbarra no contraste do volúvel para o estável. A preocupação das tartarugas marinhas e recifes de corais, a adoção de animais abandonados, temas polêmicos envolvendo dislexia, bipolaridade e bulimia. Tudo dentro de um contexto familiar que se atrela nas relações de amizade, gerando amores platônicos, amores reais e amores doentios.

Classificação:
O primeiro livro da parceria com a Chiado que chegou para mim foi Coração sem fim, escrito pela Larissa Lúcio de Carvalho. Faz alguns meses que foi lançado e o livro conta com uma trama bem intensa.
Samanta é amiga de Bianca que é apaixonada por Ruan, mas Ruan também é amigo de Samanta e apaixonado loucamente por ela. Deu uma confusão? Pois é, a história é um triangulo amoroso composto por três amigos de infância.
Samanta é uma jovem apaixonada pelo mar e seus ecossistemas, muito dedicada com os estudos, tanto que consegue uma bolsa de estudos na Inglaterra. Bianca é uma modelo internacional, sem muito objetivo na vida, mas loucamente apaixonada por Ruan. E Ruan é um estudante de direito, muito centrado e que é apaixonado por Samanta.
Tudo começa quando Sam conta para todos que conseguiu a bolsa e está indo embora. E nesse momento, Bianca resolve contar para Ruan que é loucamente apaixonada por ele, mas como Ruan é apaixonada por Sam, resolve deixar Bianca de lado.
Antes de ir embora para Inglaterra, Sam precisa ajudar sua mãe na desova das tartarugas marinhas e quem resolve ajuda-la nessa tarefa é Ruan. Nesse momento, eles já estão vivendo o amor deles. Mas uma tragédia acontece com Bianca e Ruan embarca para o Japão atrás de Bianca. E é nessa viagem que Ruan perde Sam. Mas a história não acaba por aí, muita coisa está por vir.
O livro é cheio de detalhes, e cheio de reviravoltas. Quando você imagina que algo vai se estabilizar, tudo muda. A história em si é maravilhosa, mas o que me deixou decepcionada foram os diálogos, que se apresentaram bem pobres ao meu ver. Outra coisa que me decepcionou foi a má revisão do livro, já que encontrei vários erros.
A diagramação do livro é simples, em cada capítulo começa com um pensamento de algum autor ou trecho da Bíblia. A capa do livro representa bem a história: três jovens unidos. 

O livro é bem extenso, mas em nenhum momento se torna repetitivo. É uma história bem elaborada e cheia de lições. Gostei bastante, apesar dos detalhes que me deixaram frustrada. 

sexta-feira, 20 de março de 2015

[Resenha] A Origem da Rosa



Título do Livro: A Origem da Rosa
Autor(a): Jaqueline Cristina
Editora: Chiado
Número de Páginas: 199
Sinopse: O Reino comemora a chegada do novo herdeiro e segundo na linha de sucessão ao trono, mas, mesmo assim, tem a notável preferência de seu pai para tomar a coroa. Cheio de mimos e privilégios, cresce com orgulho e causa uma inveja mortal. A feiticeira protetora da harmonia do reino dá uma nova chance ao príncipe mimado para mudar seu coração.
"Ela então se transformou em sua forma real, estava magnífica, seu vestido reluzia uma forte luz, e ele ao ver seu esplendor caiu de joelhos pedindo desculpas." 
O começo de uma história que nunca foi contado, e começo de uma história que continuará sendo contada. 


Classificação:  


A cada dia me surpreendo mais com nossos livros de parcerias, um melhor do que o outro. A principal coisa que me encantou nesse livro foi um diferencial, cada capítulo tem uma "trilha sonora", isso mesmo, uma música que acompanha o momento, e CARA, tem pra todo tipo musical, encontrei vários artistas que amo ali... E também tem imagens, SIMMMMM, muito diferente né? Bom, quando comecei a ler pensei "É a história da Bela e a Fera, que original", mas estava muito enganada. Realmente, a história é baseada no conto da Disney, só que com muitos detalhes que não foram mencionados na história que conhecemos. Nas primeiras páginas a autora foca muito na família, conta a história de um rei que tem preferencia entre os filhos, e isso me deixa bem intrigada.

A história da Mabelle é como imaginamos, ela mora com seu pai que é inventor, e mais duas irmãs (novidade né?), irmãs essas que são totalmente diferentes dela, muito ligadas ao poder do dinheiro.
Evan é o filho mais novo do Rei, logo foi criado com mais mimos e se tornou uma pessoa arrogante e individualista, ele é gêmeo de Sophi, que como uma princesa original, deveria se casar com um príncipe, apesar de alguns acontecimentos que mudarão o futuro que o pai programava a ela...

Evan é coroado, pois supostamente seu irmão havia morrido na batalha, mas com seu modo de pensar e agir, passou a administrar de maneira pouco agradável, e para impedir isso, entra em cena Junne, uma feiticeira, dizendo que ele seria esquecido por todos, e teria a chance de mudar até que a ultima pétala de uma rosa viesse a cair. Aí que surge um pouco de "A Bela e a Fera", o pai de Mabelle vai viajar e resolve parar em um lugar para pegar um rosa para a filha, mas Evan resolve castigar o senhor pelo seu ato, trancando-o em seu castelo. Mabelle se oferece para pagar pelo erro do pai, e desde então todos colocam esperanças nela, uma doce menina atenciosa, para ajudar Evan a se livrar do feitiço.

Então, acontecem muitas coisas que desenrolam a história, e deixam ela com uma leveza tão boa, e é uma dica enorme para quem gosta de fantasiar histórias. O unico ponto que tenho a reclamar é a má revisão do livro, pois contém alguns erros gramaticais e até mesmo de digitação, mas isso não nos impede de apreciar a leitura. Estou muito ansiosa para ler a continuação, que pelo que pude observar serão duas, O Poder da Rosa, e O Segredo da Rosa.


sábado, 7 de fevereiro de 2015

Parceria com as editoras

Hoje em dia, o sonho da maioria dos blogueiros é conseguir parceria com as editoras, com nós não é diferente. Não tem nada melhor do que ter o seu trabalho reconhecido, saber que a tua divulgação e as tuas resenhas estão obtendo o resultado esperado. Pois bem, agora venho apresentar pra vocês, as três novas editoras parceiras do blog (de muitas que ainda pretendemos conseguir).






"Editar livros não é o nosso trabalho, é a nossa paixão! Na Chiado Editora adoramos livros, os editados por nós e muitos editados por outros. E trabalhamos todos os dias para oferecer a cada Leitor o livro perfeito! A Chiado Editora é especializada na publicação de autores portugueses e brasileiros contemporâneos, sendo neste momento a maior editora em Portugal neste segmento, e uma das editoras em maior crescimento no Brasil. Em pouco mais de quatro anos de existência, a Chiado Editora revolucionou o mercado do livro em língua portuguesa, editando mais de 1000 novos títulos por ano! Em virtude dos métodos inovadores de produção e distribuição que desenvolvemos, todos os livros publicados pela Chiado Editora estão, a todo o momento, disponíveis para todos os Leitores, nas maiores redes livreiras de Portugal e do Brasil.
A política editorial seguida pela Chiado Editora visa democratizar o mundo editorial, gerando as melhores oportunidades para os Autores, e oferecendo aos Leitores excelentes obras, de variadíssimos gêneros, a um preço justo e sem preconceitos. Dado o sucesso conquistado em Portugal e no Brasil, a Chiado Editora expandiu o seu trabalho para vários países, em várias línguas diferentes. Poderá descobrir as obras publicadas pelas nossas divisões internacionais através dos seus websites. A Chiado Editora publica igualmente na Alemanha, Angola, Bélgica, Cabo-Verde, Espanha, Estados Unidos da America, França,Luxemburgo, Irlanda e Reino Unido.
Convidamos você a descobrir os nossos livros. Temos sempre um livro que será um desafio para si. O nosso desafio é merecer que os nossos livros façam parte da sua vida."





"A Editora Filhos do Vento resulta da experiência acumulada de seus fundadores em vários segmentos da produção editorial, inclusive no papel de autora. Nessas dinâmicas foi que percebemos a necessidade de repensar algumas das relações de trabalho e de negócios que vigoram no ramo.
E quem somos? Uma jornalista, que também é escritora, e um designer que se propuseram a apresentar um outro modelo de negócio ao mercado editorial, fundamentado em nossos valores pessoais e empresariais de respeito a todos os envolvidos no processo. Não foi um caminho fácil. Aliás foi bem demorado e exigiu grande empenho em pesquisas, aprofundamento em aspectos legais e muito, muito planejamento. Mas finalmente equacionamos todas essas variáveis e o que era projeto se torna realidade.
Nossa empresa trabalha com o modelo convencional de produção editorial, como poderão ver na seção PUBLIQUE, e ainda com prestação de serviços gráficos e editoriais. A este formato acrescentamos os princípios solidários que nos orientam a desenvolver uma atitude colaborativa junto a autores e grupos culturais que queiram conhecer mais sobre os caminhos da publicação. Somos uma empresa nova e inovadora, determinada a atuar no mercado como marca associada a produtos de qualidade, capaz de desenvolver novos processos e tecnologias para a produção editorial e comprometida com a valorização e difusão da cultura local. Esperamos ser reconhecidos pelos valores que elegemos: sustentabilidade, respeitabilidade, transparência, solidariedade e responsabilidade social e empresarial."






"Há 106 anos, nascia a modesta Editora "O Pensamento", e que viria a se tornar uma das maiores e mais tradicionais empresas editoriais do Brasil por seu absoluto pioneirismo.
 A Editora Pensamento foi fundada em 26 de junho de 1907 por Antônio Olívio Rodrigues, um imigrante português que, de acordo com jornais da época, demonstrava grande interesse por pesquisas psíquicas, obras de filosofia e religiões orientais. O primeiro título publicado, que marcou oficialmente sua fundação, foi Magnetismo Pessoal, de Heitor Durville, o que coloca a editora como pioneira no gênero autoajuda, além de obras sobre esoterismo, cabala, numerologia, yoga e medicina alternativa. Em 1912 foi lançado o Almanaque do Pensamento, que, editado ininterruptamente desde então, atinge hoje vendas acumuladas de mais de 23 milhões de exemplares em 100 anos de publicação.
 Pouco antes de seu falecimento, em 1943, Antônio Olívio Rodrigues passou a direção da Editora para as mãos de Diaulas Riedel, marido de sua neta, um grande pesquisador, empreendedor e ao mesmo tempo discreto e reservado. Em 1946, em assembléia realizada na Editora Pensamento, localizada no antigo Largo de São Paulo, foi fundada a Câmara Brasileira do Livro. E, em 1956, Diaulas fundou a Editora Cultrix, com o objetivo de editar livros de filosofia, literatura, sociologia, linguística e psicologia. Sob seu comando as duas editoras tiveram um crescimento rápido, o que lhe valeu o Prêmio Jabuti de melhor editor em 1961. Na década de 1980, Diaulas Riedel foi o primeiro a publicar livros que tratavam do Movimento Nova Era, em especial autores que retratavam a aproximação entre a ciência moderna e as grandes escolas de misticismo. A área esotérica da Pensamento encontrou a complementação ideal nos temas científicos que a Cultrix passou a publicar, em que a aproximação entre o conhecimento científico e a tradição de duas grandes correntes da filosofia e da religião não seria apenas um modismo.
Com o falecimento de Diaulas em 1997, seu filho Ricardo Riedel assumiu a direção das editoras, procurando desenvolver ações operacionais nas diversas áreas da empresa, principalmente na área de marketing, na criação de uma nova rede de distribuição por todo o país e em Portugal e de uma base de dados para otimizar o processo de tomada de decisões naquela nova etapa.
Em 2009, Ricardo Riedel realizou a aquisição da Editora Seoman, e passou a publicar livros na área de moda, cultura pop e biografias, sendo que algumas delas, ligadas a lançamentos de filmes como 127 Horas, Jogo de Poder e Minha Semana com Marilyn. Após 104 anos lançando livros para um mundo em transformação em 2011, um novo selo chega para ampliar os horizontes da leitura; a Editora Jangada, onde Ricardo Riedel começa apostar de forma mais enfática em títulos da área de ficção fantástica e histórica com a criação de uma nova linha editorial para ampliar os temas oferecidos aos leitores. "Apesar de já termos publicado em nossos selos atuais algumas obras de ficção, decidimos criar uma linha editorial específica para a área, reforçando ainda mais a presença do grupo no mercado", afirma o diretor-presidente.
O nome Jangada veio através de algo em comum entre os integrantes da família Riedel: a paixão por barcos. O logotipo foi inspirado em uma das obras de arte do famoso pintor Carybé, que teve inclusive alguns de seus álbuns publicados pelo grupo editorial. Além disso, o artista plástico foi amigo pessoal do Sr. Diaulas Riedel, pai de Ricardo e diretor-presidente da editora até 1997.
Atualmente, Ricardo continua à frente do grupo e vai consolidando os  quatro selos editoriais, mantendo a coerência, a ética e a qualidade em todos os livros publicados - compromisso que permanece ao longo dos mais de 100 anos de existência -, produzindo livros para um mundo em transformação. "

E você, conhece o trabalho dessas editoras? Já teve alguma experiência com elas? Conte-nos!