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sábado, 4 de julho de 2015

[Resenha] O Resgate


Título do Livro: O Resgate
Autor(a): Nicholas Sparks
Gênero: Drama, Romance, Literatura Estrangeira
Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 320
Sinopse: Taylor McAden é voluntário do corpo de bombeiros da pequena Edenton. Destemido a ponto de parecer imprudente, enfrenta incêndios, participa de salvamentos, desafia a morte sem hesitar. Mas uma coisa ele não tem coragem de fazer: entregar seu coração. Por toda a vida ele se envolveu com mulheres que estavam mais em busca de apoio que de amor - e sempre se afastava delas assim que o relacionamento começava a ficar sério. Numa noite de tempestade, enquanto sinalizava postes de energia caídos, Taylor encontra um carro batido na beira da estrada. Assim que recobra os sentidos, Denise, a motorista, pergunta pelo filho. Mas Kyle, um menino de 4 anos que tem problemas de audição e de fala, não está em sua cadeirinha no banco traseiro. Durante a busca pelo garoto, Denise se surpreende ao ver que está diante de um homem capaz de abrir mão da própria vida para salvar uma criança. E o que Taylor nem imagina é que esse resgate será muito diferente de todos os que já fez, pois exigirá mais do que coragem e força física e talvez pode levá-lo a própria salvação. O resgate é um livro arrebatador sobre sentimentos que abrem portas fechadas pela tristeza e sobre vidas que são transformadas quando se tem a ousadia de amar.

Classificação: 


Não há como negar que eu sou fã numero um do Nicholas Sparks, tanto que foram os livros dele que me fizeram ter esse amor enorme pela leitura atualmente. Ouço muitas criticas sobre os romances do Nicholas, muitos os julgam como muito água com açúcar, mas tem coisa melhor do que um bom romance assim? Já estava com saudades dos livros do tio Nich, pois acabei colocando outro autores na minha lista gigante de livros desejados. Agora em junho, ganhei de presente o romance mais atual <3 
Eu não sei como descrever o quanto essa obra me encantou. Denise é uma mulher bem resolvida, que teve uma falha na juventude e acabou se envolvendo prematuramente com um homem que não parecia estar tão disponível, só que desse relacionamento não duradouro acabou engravidando, e assim nasceu Kyle. É impressionante o amor de Denise por seu filho, com certeza ela é capaz de qualquer coisa para proteger o pequeno. Kyle tem dificuldade de evolução, não consegue acompanhar as crianças de sua idade, e tem um atraso na fala, consegue pronunciar poucas palavras e com dificuldade. Denise então, resolveu largar seu trabalho e se dedicar totalmente ao filho, ao menos por tempo suficiente para Kyle ter um bom rendimento e conseguir acompanhar as outras crianças.

Como é figurinha carimbada do nosso velho Nicholas, é claro que a história se passa na Carolina do Norte. Denise está a caminho de mudar sua vida, e acaba se envolvendo em um acidente de trânsito por causa da chuva forte que pega na estrada. Então que entra Taylor na história (vários suspiros <3), o bombeiro voluntário que Denise jamais podia imaginar que faria tanta diferença na sua história a partir daquele momento. 

Ao acordar, Denise está desnorteada e percebe que seu filho não está mais no carro e nem mesmo nas proximidades, e se desespera. Taylor se envolve com a família imensamente quando vai em busca de Kyle, e ao encontrá-lo percebe o quanto esse menino é especial e precisa de carinho.

O envolvimento de Denise e Taylor é só amores, como todo livro do Nicholas. Mas há muito do passado do bombeiro voluntário que deve ser revelado, e cada momento é chocante e toca o emocional. Taylor também conta com amigos incríveis, em especial seu colega de voluntariado, que está sempre preocupado com o que pode acontecer, é uma amizade firme e sincera, que traria inveja a qualquer um.

Quando comecei a ler o livro, recebi um "spoiler" dizendo que dessa vez Nicholas não havia matado nossos personagens queridos, mas quando cheguei em uma parte do livro vi que estava redondamente enganada, então SPOILER(??????) preparem-se para sentir uma pontinha de tristeza, porque esse livro não é só amores. (pelo menos eu fiquei bem triste com o acontecimento).

O que eu mais gosto nas histórias de Nicholas é o poder que ele tem de nos trazer fortes emoções do inicio ao fim, eu sinto todos os sentimentos que os personagens, e o mais íncrivel desse livro, é que assim como algumas outras obras, o autor relata algo que aconteceu realmente na sua própria família, nesse caso com a doença do menino protagonista. Nicholas Sparks é um autor genial, que nos emociona até mesmo com a "Nota do autor" que vem inclusa no final do livro.

Eu jamais me cansaria de indicar romances do Nicholas, posso afirmar isso com toda a certeza. Mas se você é uma dessas pessoas que julga o nosso queridinho tio Nich como "repetitivo", peço encarecidamente que leia essa obra, pois aí está o velho Nicholas, o autor das primeiras obras impressionantes que tocaram o coração de todos que leram. Uma história que mostra que todos podemos ter uma segunda chance, e que os medos do passado não são capazes de nos atormentar a vida toda.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

[Resenha] 7 Beijos





Título do Livro: 7 Beijos
Autor(a): Laís Vieira
Editora: Chiado
Número de Páginas: 87
Sinopse: Lisa é uma garota que busca encontrar o amor. Mas não é um amor qualquer, ela quer ter um amor como se vê nos livros e nos filmes. Porém, depressa percebe que a realidade às vezes pode ser bem diferente do que sonhamos, e que encontrar o amor pode ser bem mais difícil do que parece. E quando Lisa encontrar, será que vai reconhecê-lo ou vai deixar o amor escapar? Para não correr risco, e acreditando que o beijo é uma entrega profunda, será através dos beijos que ela procurará o amor da sua vida.



Classificação: 

Não tenho muito o que comentar sobre esse livro, pois além de ser curto, eu realmente não gostei. É o livro de parceria da Editora Chiado do mês de Março (que chegou beeeeem atrasado).

O livro conta as histórias amorosas de Lisa, desde o seu primeiro beijo. Lisa era uma menina "atrasada" perante as suas amigas, pois já tinha 17 anos e nunca havia beijado, enquanto suas amigas já tinham perdido o "bv" há muito tempo.

A partir do momento que Lisa beija pela primeira vez, o livro passa a ser completamente idiota.. Em que mundo que a pessoa namora todo menino que beija? E assim do nada? De repente?

Foram vários beijos/namoros de Lisa que me deu nos nervos, e apesar do livro ser extremamente curto, e ser lido em menos de 1 hora, eu achei super cansativo, porque quanto mais eu lia, mais eu esperava a parte interessante, parte a qual nunca chegou.

Desculpe a autora Laís, mas eu simplesmente não tenho como classificar a mais uma leitura que não mudou em nada minha vida, foi tipo aqueles textinhos que podemos encontrar no tumblr, bem chatinho e sem sentido.

Espero poder ler outra história da autora que me agrade mais, ou me agrade algo, pois essa não há pontos favorecidos. Sinceramente, não indico a leitura, pois não acredito que leitores que apreciam uma boa história gostariam de ler algo como 7 beijos.


quarta-feira, 22 de abril de 2015

[Resenha] Reencontro


Tìtulo do Livro: Reencontro
Autor(a): Leila Kruger
Editora: Novo Século
Número de Páginas: 494
Sinopse: "Está bem no fundo. Não se pode alcançar... aos poucos, vai roubando o ar." Ana Luiza vai perdendo aos poucos seu fôlego: o fim de (mais) um grande amor, um pai distante, uma mãe fútil, uma amizade complexa e "pessoas que sempre vão embora". Com suas músicas de rock, seus livros e seus cigarros, Ana Luiza vê sua vida desmoronar. "O amor é uma ferida", ela sentencia. Procurando sobreviver e encontrar seu rumo, a "garota de olhar longínquo" tem um encontro inesperado com um alguém aparentemente muito diferente dela: os "olhos imensos", que tudo veem... Presa em seu próprio mundo e rendida ao álcool e às drogas, Ana Luiza tenta fugir de tudo. Principalmente do temido amor, que tanto a feriu... Ao mesmo tempo a garota procura entender as mudanças inesperadas e os "sonhos que nunca vão acontecer"... Como encontrar, ou reencontrar o próprio destino? Até onde o amor pode ir, até quando pode esperar? O que há além das baladas de rock e dos poemas românticos? Poderá o amor salvar alguém de sua própria escuridão, por mais densa que seja? Às vezes, é necessário perder quase tudo para reencontrar... e finalmente poder amar.

Classificação: 

Sinceramente? Esperava mais! O livro não foi um completo fracasso, mas não me agradou em várias partes. Primeiramente, eu não gostei da capa.. Sério, não gostei mesmo, ficou tão apagada, tão morta que sei lá, não me chamaria atenção em uma livraria. Eu achei o ínicio um porre, sinceramente foi muito cansativo, e parecia que nunca ia acontecer algo que me prendesse tipo "AGORA VAI!". 

Mas é claro que chegou o momento em que a Leila finalmente me fez gostar do livro. O que eu mais gostei foi do fato da história ser narrada em Porto Alegre, sou gaúcha e não tem coisa mais linda do que o Sul descrito em um livro, e o nosso sotaque bem destacado <3. Além disso, a protagonista cursa Odontologia na PUC, e é o curso que pretendo começar ano que vem.. Adoro a maneira que a autora descreve um fim de tarde do Sul, com as mesmas sensações que nós gaúchos sentimos e compartilhamos. 

Não há como negar o quanto Ana é imatura no ínicio da história, se lamenta o TEMPO INTEIRO por amores perdidos, como se a felicidade dependesse daquele namorado que te deixou no Ensino Médio, ou daquela amiga que resolveu dar uma furadinha de olho só pra registrar a belíssima amizade verdadeira e sincera (tá, quem não tem "amigas" assim? eu sei que tem!). 

Ana odeia o amor, de todas as formas, e deixa isso bem claro. Como ela resolve os problemas da vida? Se drogando e bebendo! Inteligente? Sabemos que não. A vontade que nos dá é de bater na cara (literalmente) dela até fazer ela entender que a vida NÃO DEPENDE DE HOMEM!!!!!!!! Mas para amenizar a situação é que existe Nana, sua melhor amiga, que está sempre amparando as idéias absurdas de Ana, e tentando faze-la acordar para a vida. 

Rafa é o fofo da história, como toda história que se preze, tem que ter um que encanta a gente, né? Pois então, aí está a descrição do Rafa. Ele não desiste de Ana, apesar dela tentar afastar ele de todas as formas possíveis. A protagonista se vê em uma rede de mentiras e fracasso pessoal, vendo o próprio mundo desmoronar bem na frente dela, com tragédias que ela não imaginava que poderia acontecer. 

Até que começa a parte que vale realmente a pena. Quando a protagonista começa a aprender a viver, com a ajuda de amigos, e canções.. E então tudo fica realmente agradável. 

Livro cheio de lições, que mostra realmente muitas histórias reais do nosso cotidiano. Eu adoreiiii ler um livro narrado no nosso Estado, ameiiii nosso sotaque sendo exposto, e me encantei muito com o final. Sem falar que achei um mimo as introduções dos capítulos com frases e letras de músicas, não podemos negar que a playlist da protagonista é fantástica. 

O livro de estréia da Leila é muito bom, e vale a pena ler até o final, mesmo que seja muito cansativo o ínicio. Mais uma autora que se destaca na literatura brasileira, que vem tendo cada vez mais espaço no nosso mundo literário. Estou no aguardo da próxima obra, e espero que seja ainda melhor.

terça-feira, 14 de abril de 2015

[Resenha] Apenas um dia




Título do livro: Apenas um dia
Autor(a): Gayle Forman
Editora: Novo Conceito
Número de Páginas: 378
Sinopse: A vida de Allyson Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada, sistematizada. Então, em uma viagem de formatura para a Europa, ela conhece Willem. De espírito livre, o ator sem destino certo é tudo que Allyson não é. Willem a convida para adiar seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita. Essa decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade, de intimidade: 24 horas irão transformar a sua vida. Apenas um dia fala de amor, mágoa, identidade e sobre os "acidentes" provocados pelo destino, mostrando que, às vezes, para nos encontrarmos, precisamos nos perder primeiro... Muito do que procuramos está bem mais perto do que pensamos. 


Classificação:

Eu comecei amando o livro por ele citar muito Shakespeare e suas obras. Allyson no inicio do livro era uma pessoa muito organizada, jamais faria algo que fosse contra as regras impostas pela sociedade.
Ao longo do livro é possível se encantar pelo casal protagonista, e também pela cidade de Paris, que é onde a narração acontece. "Allyson" ou Lulu, decide achar uma nova maneira de viver, arriscar e se aventurar, a personagem venceu suas próprias barreiras atrás de um mundo em que ela se encaixasse, mesmo temendo o que pudesse acontecer por conta dessa decisão. 
Lulu se descobre durante essa viagem a Paris, começa a olhar ela mesma de uma maneira diferente, amadurece com as novas experiências. 
Em todos os momentos, eu me vi passando pelas mesmas dificuldades de Allyson, tendo as mesmas preocupações e medos, e acredito que isso tenha sido fundamental para a intensidade que a obra me tocou. 
É de se julgar as atitudes da protagonista, pois o quão normal é largar tudo e viajar para um lugar completamente diferente com uma pessoa totalmente desconhecida? 

A paixão retratada na história é de imenso romantismo, descrevendo momentos e lugares. Juntamente com Willem, Allyson passa por diversas aventuras, entre elas algumas perigosas, mas sempre com muita apreensão e desejo por algo que não tinha certeza em ser correspondida.

Como previsto, Allyson e Willem se envolvem, em algumas horas muito bem descritas pela autora, mas nos deixa angustiados durante o momento que vem após esse momento juntos. Willem some, sem ao menos deixar algo que evidencie o motivo de não haver despedida. 

A segunda parte do livro nos mostra a angustia de Allyson por querer notícias de Willem e não obter, e isso confesso que achei um pouco cansativo. A partir dai, a protagonista se depara com muitos conflitos com os familiares, sem conseguir demonstrar para a própria familia seus sentimentos, principalmente em relação a futura profissão.

Após alguns fatos, Allyson começa a ver o mundo de uma maneira diferente, muda a personalidade repentinamente e demonstra seus ideais. 

O final do livro é DESESPERADOR, não existe outra palavra para descrever. Gayle conseguiu me deixar desesperada quando terminei de ler Se eu ficar, e dessa vez não foi diferente. 

Apesar da narrativa cansativa em determinados momentos, consegui vencer e terminar a leitura, que com certeza valeu muito a pena, e me fez admirar ainda mais a autora, que está ganhando espaço cada vez mais com suas história no nosso mundo da literatura. 

Parabenizo a Gayle por mais uma história que prende o leitor, e não vejo a hora de poder saber o que aconteceu com Allyson e Willem, e posso acreditar que ainda terá muitas surpresas. 

sexta-feira, 6 de março de 2015

[Resenha] Halo


Título do Livro: Halo
Autor(a): Alexandra Adornetto
Editora: Agir
Número de Páginas: 468
Sinopse: Nada de mais acontece na pacata Venus Cove, até o dia em que três anjos, Gabriel, Ivy e Bethany, são enviados do Céu para proteger o lugar contra forças obscuras que começam a surgir.
Disfarçados como irmãos, eles tentam levar uma vida comum. Gabriel torna-se professor na mesma escola à qual Bethany - a caçula - é enviada para estudar. Mas Beth, atrapalhada em sua inexperiência como ser humano, apaixona-se por Xavier Woods, o belo representante da escola. Uma situação que não só poderá comprometer sua existência como anjo, mas principalmente, sua verdadeira missão. E tudo ficará ainda mais confuso para Beth quando um garoto charmoso, sedutor e mortal chegar à cidade. Eles terão de dar duro para ocultar sua verdadeira identidade e, acima de tudo, suas asas.

Classificação:

O livro já começa rendendo elogios, pois a autora caracteriza muito bem a figura de um anjo, descrevendo-o perfeitamente. Não esperava muito do livro, sinceramente não sou muito ligada a coisas que precisem de uma imaginação um pouco avançada (apesar de virar uma leitora viciada após ler Crepúsculo.), mas confesso que me surpreendi bastante com a história.

Bethany é a personagem principal, mas convenhamos, Gabriel é muito mais interessante, achei a protagonista meio sem sal, bobinha, sem compensar as expectativas. Gabriel, seu irmão, é um personagem que me chamou muito a atenção, tanto pelo seu jeito centrado, quando pela beleza que demonstra. É pecado se apaixonar pelo anjo Gabriel? (sim, o anjo Gabriel que todos já ouvimos falar) olha, se é pecado, mil perdões, mas foi impossível isso não acontecer.

Gabriel e Ivy se preocupam desde o inicio pelo fato de Bethany ser enviada para a Terra com a missão de proteger a cidade do mal, pois ela tem tudo para ser humana, e ter os mesmos sentimentos que qualquer ser humano normal.

O inicio é bem legal, os irmãos se adaptando a nova vida, conhecendo objetos e palavras que antes não sabiam o significado, e rendendo um humor bem saudável. Até que Bethany começa a frequentar a escola, e então conhece Xavier, pelo qual se apaixona. Eu particularmente adorei a parte em que Bethany e Xavier vão se conhecendo, a autora descreve impressionantemente todas as duvidas e anseios do casal, e nos deixa vendo corações.

Bethany e Xavier acabam se envolvendo mais do que a família imaginou, e com isso veio problemas ainda maiores, pois suas asas não poderiam ser descobertas. Beth se vê em uma situação complicada, em que deve escolher proteger a si e as pessoas que ama, ou se deixar render.

Até então, a história estava nos padrões, eis que surge Jake. Entendi o propósito dele na história, mas não consegui gostar dele, nem um pouco. Fiquei bem decepcionada com esse desenrolar da história quando Jake chegou, e espero que seja apenas um "quero mais" para o segundo livro, que estou no aguardo.

Parabenizamos a autora por ter a ideia de uma história diferente aos 17 anos.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

[Resenha] Clarices


Título do Livro: Clarices
Autor(a): Luciana Bollina
Editora: Philae
Número de Páginas: 142
Sinopse: Como se pudesse descrevê-la. Falaria do olhar de coruja, curiosa, atenta e todo movimento. Rosto jovem, liso, refletor de luz discreto. A boca quer devorar a verdade das coisas. O nariz não é pequeno, nem grande, é forte, diferente. Não é feio, tem harmonia com seu rosto. O cabelo muda a cada seis meses, mais ou menos. Não gosta de estabilidade em nada que se refere a ela, a não ser a financeira, necessária estabilidade financeira. Mas essa também não acontece, ela é artista plástica.

Classificação: 




Luciana me surpreendeu com essa história, ela é completamente diferente do que esperei, é curiosa, cheia de momentos impressionantes. A começar por Clarice, poxa, é impossível não gostar dela, a personagem transborda sentimentos bons e sinceros, e faz a gente pensar muito na nossa vida atual. Eu me encantei particularmente pelas cartas em algumas passagens do livro, é incrível a maneira que Clarice passa seus sentimentos para uma folha de papel. "Sempre achei que tudo e absolutamente tudo que precisasse estaria dentro de mim... Não estou sofrendo. Só há uma tristeza morta lá no fundo que me faz sorrir sem os dentes. Ainda te amo. Espero."

Gabriel é um personagem calmo, tanto quanto Clarice, e ele nos passa uma segurança que é difícil encontrar no mundo. Cheio de objetivos, ele encanta a nossa personagem principal e a nós também.
É tão bom descobrir aos poucos o mundo de Gabriel, suas virtudes e pensamentos. 

O livro é interessante porque foca em vários pontos, a rebeldia no meio familiar, a busca de um amor que faça sentido, as imagens que não sabemos interpretar, e o encontro da felicidade um no outro, e nas coisas boas da vida. 

Luciana me fez enxergar tudo que há de lindo na Arte, em suas variadas formas. E também me fez acreditar mais no destino, nas coisas boas que o mundo nos reserva. Uma leitura leve, com poucas páginas, e muitas descobertas, sustos e suspiros. 


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

[Resenha] Lola e o Garoto da Casa ao Lado


Título do Livro: Lola e o Garoto da Casa ao Lado
Autor(a): Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Número de Páginas: 285
Sinopse: A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda.. ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa - mais brilhante, mais divertida, mais selvagem - melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket - um inventor habilidoso - sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.

Classificação: 



Não há como negar o meu amor por Stephanie Perkins desde que li Anna e o Beijo Francês (<3). Após minha completa paixão por Anna e Étienne St. Clair, eis que surge a oportunidade de ler algo a mais da autora, que já vem sendo elogiado ha muito tempo, e eu tive a oportunidade de ler somente agora. Esse livro serviu para eu AMAR Stephanie MUITO. 
Lola, que carrega o verdadeiro nome de Dolores, é uma menina crescendo, cheia de dúvidas e medos, que expressa seus sentimentos no visual, um pouco extravagante. Lola vem de uma família cheia de problemas, ela tem dois pais. A mãe biológica de Lola é completamente perdida, fácil de encontrá-la drogada e jogada em algum canto da cidade, portanto o seu irmão (tio de Lola) a adotou, para criá-la com seu namorado, e eles dois viraram a família da Lola, os pais que ela tanto ama. 
O que não agrada seus pais é Max, seu namorado, de 22 anos, que eu achei um completo chato e babaca, Max é todo malandrão, e muito estupido com a melhor amiga de Lola. Diferente de Anna, da outra obra de Stephanie, Lola é decidida no que faz, uma menina de atitude. 
Tudo estava em perfeita harmonia, até a tão inesperada e indesejada volta dos gêmeos Bell. Ah, eis que chega Cricket (APLAUSOS, PARA A COISA MAIS FOFA DESSE MUNDO), e sua irmã Calliope, que é uma ginasta famosa e roda o mundo em suas competições, sempre levando o irmão como companheiro. Junto com os irmãos, volta um turbilhão de sentimentos que Lola mantinha guardado por Cricket, e assim começa a situação que mudaria a vida dela.
Eu sou apaixonada por esses romances, e essa cumplicidade que eles tinham apenas pela janela dos quartos, ai meu deus, é muito fofa. O desenrolar da história é tão bonito, tão cheio de surpresas. Eu tive uma certa dúvida se odiava Calliope ou amava, pois no ínicio ela foi uma bela estraga prazeres, que estava ali só para ver as coisas dando errado, mas depois da reviravolta, ela se torna uma boa amiga e companheira. 
Étienne não poderia deixar de ser o amor da minha vida nesse livro também né, lá estava ele, com aquele ar de deboche tão sexy, e ajudou e muito no relacionamento de Lola e Cricket, achei Anna bem mais madura nesse livro também. E o legal foi saber o que aconteceu com os dois após a história na França.
Existe uma coisa que me irritou em Anna e o beijo Francês, e aqui também. CANSEI ESPERANDO O BEIJO MINHA GENTE! Pô Steph, olha a agonia e esse beijo não saia nunca. Mas isso não me impediu de amar mais uma vez uma obra dela, porém nada se compara ao primeiro, Anna e o beijo Francês continua sendo o meu preferido.
Recomendo a leitura, e desejo muitos suspiros para vocês. Porque o livro é tão incrível quanto a autora. 

"E não quero que ele pense que Cricket Bell significa para mim algo que não significa mais. Esse capítulo de minha vida já era."

domingo, 8 de fevereiro de 2015

[Resenha] A Probabilidade Estatística do Amor a Primeira Vista


Título do livro: A probabilidade estatística do amor à primeira vista
Autor(a): Jennifer E. Smith
Editora: Galera Record
Número de páginas: 222 (li em versão econômica)
Sinopse: Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferente das bagagens, jamais de extravia. 
"Uma fábula emocionante e sagaz sobre o amor, família... Os insights de Smith sobre dor e perda são tão reais quanto a mágica do nascimento de um novo amor".

Classificação:


Esse é o livro que vai te fazer acreditar em destino. Hadley perde o voo para Londres, onde ela estaria indo para o casamento de seu pai, lugar onde ela não queria estar, pois ainda acreditava na salvação de sua família. Então Hadley está prestes a ficar 3 horas sozinha esperando o próximo voo. A história é rápida, pois se passa em apenas 24 horas, primeiro livro que eu leio assim, e isso tornou a leitura muito fácil e gostosa.
Hadley conhece Oliver, e é assim que tudo começa. Oliver é a pessoa mais fofa do livro, um britânico impressionantemente apaixonante, que também está esperando o voo para Londres. Apesar do susto inicial de Hadley, Oliver acaba sendo o parceiro de viagem perfeito, sendo sempre muito simpático e gentil com ela. Hadley se sente a vontade para contar todos os problemas e medos da vida, e ele sempre atencioso.
O mistério do livro é o que Oliver iria fazer em Londres, e quando isso é revelado te surpreende muito. É focado muito a relação de Hadley com o pai, que é muito conturbada, devido ao abandono dele para viver em outro lugar, e acabar formando uma nova família sem pensar na que ele deixou para trás.
A história me prendeu durante o dia inteiro, e li rapidinho, pois não poderia deixar de lado sem saber o final. E.. simplesmente amei!!!!!!! Cada frase, cada sentimento, nos toca bem no fundo, e parece que nos colocamos no lugar dos personagens, e sofremos junto com eles. Sem falar no romance que envolve a história, é tão fofo e inesperado, te deixa com um sorriso no rosto do ínicio ao fim de cada interação de Hadley e Oliver. Eu posso afirmar que é impossível não se apaixonar pelos personagens. Eles são incríveis e cheios de surpresas.

"As pessoas que se encontram em aeroportos têm 72 por cento mais de chances de se apaixonarem que as pessoas que se encontram em outros lugares."

OBS: Já foi divulgado que a história será adaptada para o cinema. Não vejo a hora de poder ver o filme e comparar com o que imaginei.





quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Resenha de Fangirl


Título do Livro: Fangirl
Autor(a): Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
Número de Páginas: 421
Sinopse: Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida - e ela é realmente antenada ao fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estreia de cada filme. Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar. Ela não quer isso. Em sua fanfiction, um verdadeiro refugio, Cath sempre sabe exatamente o que dizer, e pode escrever um romance muito mais intenso do que qualquer coisa que já experimentou na vida real. Mas agora que as duas estão indo para a faculdade, e Wren diz que não a quer como companheira de quarto, Cath se vê sozinha e completamente fora de sua zona de conforto. Uma nova realidade pode parecer assustadora para uma garota demasiadamente tímida. Mas ela terá de decidir se finalmente está preparada para abrir seu coração para novas pessoas e novas experiências. Será que Cath está pronta para começar a viver sua própria vida? Escrever suas próprias histórias?
Classificação:

                       
Queria começar falando que achei a Cath MUITO CHATA no ínicio, ela era muito chata mesmo, aquele tipo de pessoa insuportável, cheia de mimimi que dá sono só de olhar. Detestei a parte da fanfic, sério mesmo, achei o maior tédio. Gostei muito do valor que ela dá a família, pois se preocupava muito com o pai e a irmã, e largaria tudo o que quisesse para ver a felicidade dos dois, e achei isso incrível. A Wren era uma louca completa, aquele tipo de pessoa que não se importa com o perigo da vida, fazia o que dava na telha sem pensar nas consequências sérias que as atitudes dela poderiam causar. O pai das meninas é um fofo, mesmo com os tantos problemas dele, sempre tenta manter o pulso firme e cobrar o que é necessário, já a mãe delas, é uma idiota completa, além de ter abandonado a casa quando as meninas eram crianças, voltou e continuou uma completa babaca, e juro que não sei que fim levou ela no final do livro, o que me deixou um enorme ponto de interrogação. Quando as meninas vão para a faculdade começa a ficar interessante, a colega de quarto de Cath é impressionantemente carismática, e o melhor amigo dela, é a pessoa mais apaixonante do livro. SÉRIO, Levi é completamente apaixonante, ele consegue ser apaixonante até quando está se comportando como um babaca, porque simplesmente ele é APAIXONANTE! Acabei até gostando da fanfic quando ela serviu para aproximar Levi e Cath, porque a narrativa ficava tão fofa, tão tão tão tão fofa, era impossível não render uns sorrisos e suspiros. Levi só ganhou cada vez mais o meu coração, a medida que ele fazia o possível para agradar Cath e ser o mais responsável e ao mesmo tempo sacana. O livro é incrível, os personagens se tornam incríveis ao longo da narrativa, é um mergulho e tanto na vida adolescente atual e tem muito romance fofinho para chamar a nossa atenção. Só esperava mais do final, sabe quando terminamos um livro querendo saber ainda mais? Ficaram muitas dúvidas, fiquei esperando algumas cenas da Cath e do Levi, e também o que aconteceu com o restante dos personagens.






quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Resenha: Perdão, Leonard Peacock





Título do livro: Perdão, Leonard Peacock
Autor(a): Matthew Quick
Editora: Intrínseca 
Número de páginas: 223
Sinopse: "Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele vai assassinar o ex-melhor amigo e depois se matar usando a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Talvez no futuro ele conseguisse acreditar que ser diferente é bom, até importante. Mas não hoje. Matthew Quick, o autor de O lado bom da via, mais uma vez empresta seu texto sincero e sem meias palavras a uma história sobre as difíceis escolhas com as quais nos deparamos todos os dias e a luz que, ainda assim, sempre brilhará dentro de nós." 

 Classificação:



Confesso primeiramente que não sou uma adoradora dos trabalho do Matthew, pois (podem massacrar-me) não gostei de O lado bom da vida, não gostei mesmo. 
A muito custo resolvi insistir novamente no autor, mas, ao começar a ler Perdão, Leonard Peacock comecei a pensar que o autor gosta de contar histórias meio psicopatas, com personagens bastante problemáticos. 
Leonard é um menino de 17 anos carente de atenção, tem uma família desestruturada e mora praticamente sozinho, pois a mãe passa muito mais viajando. No dia do seu aniversário, Leonard decide que irá se matar, mas antes disso ele irá deixar um presente para cada pessoa que teve um papel importante na sua vida, e também, irá matar seu ex-melhor amigo. 
A questão principal do livro é saber o porquê do desejo dele em tirar a própria vida e a do antigo amigo, digamos que ficamos curiosos para chegar na resposta, e essa resposta demora a vir a tona. Durante o livro a gente vai prevendo algumas possibilidades, mas quando chegamos ao real motivo, é bem chocante. 
A parte interessante do livro é que nos faz pensar na felicidade, nos faz ver as pequenas coisas que importam na vida, e que nunca está tudo perdido, sempre vai haver alguém que se importa com a tua vida. 
O maior defeito que eu achei no livro, foi que o autor colocou notas de roda pés gigantes!!!!! E isso era meio chato, pois eram tão grandes que passavam de uma folha para outra, e acabava ficando confuso. 
Como podem ver, essa obra não está nos meus favoritos, apesar de ter bons pensamentos e trazer lições de vida muito sensacionais. Recomendo sim a leitura, pois ele traz ensinamentos, e podem ser de mais valor para vocês do que foi pra mim. 





sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Resenha: Anna e o beijo francês

Título do livro: Anna e o beijo francês
Autor(a): Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 288
Sinopse: "Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmede, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs ou qualquer nome que eles dão a estes em cada esquina... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo. Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Étienne, além de tudo, tem uma namorada... Anna e Étienne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer?"

    Classificação: 







Pensem um livro fofo, agora multipliquem, chegou a sensação de ler Anna e o beijo francês.
Anna é mandada para uma escola em Paris, pois seu pai acha que ela terá uma melhor educação lá e aprenderá como se manter. Os pais de Anna são separados, e ela também tem um irmão caçula, o pai de Anna, segundo as características do livro, tem tudo a ver com o Nicholas Sparks, tipo muito parecido.

Ao chegar em Paris, Anna consegue fazer amigos, e entre eles há Étienne St. Clair. Ah, Étienne... É praticamente impossível não amar Étienne, a autora o descreve como um perfeito fofo, exatamente aquela fofura que todas nós sonhamos, aquela fofura de querer pegar e cuidar. 
Anna e Étienne se aproximam muito, pois é ele quem a auxilia no novo lugar, principalmente com a lingua e a maneira que deve agir entre os franceses. 

O que Anna não espera é que irá gostar de Étienne mais do que deveria, mas Étienne tem namorada, e isso impede que os sentimentos sejam expostos. Anna irá descobrir um novo mundo, e se decepcionar com algumas coisas que deixou para trás, mas nada que não pode ser superado.

A parte mais interessante, é que a autora foca muito na importância da amizade. O livro é romântico, fofo, inocente e muito bom. Na minha opinião, Stephanie entrou com tudo no mundo da literatura, porque não vejo a hora de continuar lendo o que ela escreve.





 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Resenha de Uma carta de amor, escrito por Nicholas Sparks




Título do Livro: Uma Carta de Amor
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 277
Sinopse: "Há três anos, a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então, não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém. Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de olga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro. Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim: "Minha adorada Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos." Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas "Garrett". Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte. Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também. Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre.

Classificação:




Resenha:  

Descobri a pouquíssimo tempo que a edição que eu li é uma republicação da história, publicada pela Editora Arqueiro. Li alguns comentários sobre o livro, e muitas dessas pessoas não gostaram, reclamando da mesmice de Nicholas, mas eu particularmente amei o livro, amei a história, amei a escrita. Lógico que tem tragédia, porque poxa, é Nicholas né? Sempre tem, já temos que estar preparados com lencinhos de papéis, porque é claro que vai ter muito choro.

Theresa é divorciada, pois foi traída pelo marido, mas esse casamento lhe rendeu um filho, a quem ela dedica a sua vida, além de seu trabalho como jornalista em Boston. Deanna, chefe de Theresa insiste em leva-la para umas merecidas férias em Cape Cod, e é essa viagem que muda sua vida.

Theresa encontra uma garrafa qualquer, e dentro dessa garrafa há uma mensagem. Essa mensagem é uma carta de amor de uma pessoa que se assina por Garrett, para Catherine. Ela se encanta pelas palavras do autor misterioso, e decide que irá encontrá-lo e conhece-lo. Theresa parte para Wilmington, na Carolina do Norte, para ir em busca do rosto que ela associará as mensagens que leu.

Quando Theresa conhece Garrett, descobre que ele é viúvo, e sofre com a ausência de Catherine a quatro anos, e leva a vida solitariamente. A vida dos dois muda completamente após um passeio de barco, Theresa e Garret iniciam uma relação que serve de consolo para as duas partes, cicatrizando as feridas de ambos. Diferente da maioria dos livros, esse amor não acontece a primeira vista, leva um tempo para que um se entregue ao outro, é aquele tipo de livro que tu tem vontade de pegar a personagem e dar uns tapas pra ver se acorda.

Existem alguns acontecimentos que separam os dois, erro de Theresa, que ela vai se arrepender muito. Até ai, nada tão emocionante... Mas, então, eis que chega o final.. Quando chega o final tu fica tipo "COMO ASSIM?" "O QUE É ISSO?" "EU NÃO ACREDITO QUE ISSO ACONTECEU", e sinceramente, dá vontade de jogar o livro contra a parede, ou até mesmo rasgar ele inteirinho para ver se passa a indignação.

A última parte do livro é recheada de emoção, tipo muito fofo, muito triste, muito Nicholas. Nem preciso falar o quanto eu amo esse autor, e o quanto indico esse livro. A história nos mostra que não importa o que tu pense, não importa se deu errado, a vida sempre nos mostra que temos chances de recomeçar.









sábado, 11 de outubro de 2014

Opiniões sobre Anna e o beijo Francês


             Hoje recebi o livro Anna e o beijo Francês, comprado no site da submarino.
           
      Anna e o beijo Francês, foi escrito por Stephanie Perkins e publicado pela Editora Novo Conceito, contém 288 páginas.


Stephanie Perkins


    Ainda não tive a oportunidade de fazer a leitura da obra, mas está como próxima na lista de espera, porém, separei para vocês algumas opiniões de autoras conhecidas, elas resumiram o que a obra significou no entendimento de cada uma. Enquanto esperam a resenha do livro, podem achar nessas opiniões, um motivo para ele entrar na listinha dos desejados. Então vamos lá!

  "Desde as mágicas ruas de Paris, à sua charmosa narradora, Anna e o beijo Francês tem tudo isto. Um livro maravilhosamente vencedor!" Robin Benway, autora de Audrey, Wait! e A música que mudou minha vida.

  "Muito astucioso. Muito divertido. Muito romântico. Você deveria namorar este livro." Maureen Johnson, autora best-seller do The New York Times com Scarlet Fever.

  "Inteligente e sensual. Anna e o beijo Francês tem tudo o que seu coração anseia. Você vai querer viver dentro desta história para sempre." Lisa Mcmann, autora best-seller do The New York Times com a triologia Wake.

  "Imagine uma xícara de chocolate quente encorpado e grosso. Agora adicione uma espiral de chantili. Gostoso? Oui. Bem, Anna e o beijo Francês é encorpado, doce e sim, ainda mais quente. Você está a ponto de experimentar algo especial." Lauren Myracle, autora best-seller do The New York Times com Let It Snow.








quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Capa versus capa de John Green

Hoje resolvi fazer um “capa versus capa”. Nos últimos dias tenho visto várias capas diferentes do mesmo livro. Alguns inspirados nos cartazes de filmes, outros por inspiração na história. O primeiro “capa versus capa” será dos livros do John Green.

A culpa é das estrelas: Esse livro teve duas capas, a original e uma inspirada no cartaz do filme. Eu gosto muito mais da capa original. A culpa das estrelas foi sucesso internacional com milhares de exemplares vendidos. Foi o sexto romance de John Green.

Quem é você, Alasca?: Um dos maiores sucessos de John Green, teve muitas capas publicadas. São tantas que não dá para contar haha. Particularmente, a que mais gosto é a toda preta, publicada pela Editora WMF Martins Fontes, essa capa tem uma textura diferente, que apesar de marcar muito fácil, ela é muito linda. “Quem é você, Alasca?” foi o primeiro romance escrito e publicado por John Green. Confira a resenha do blog aqui.

Cidades de Papel: Teve duas capas publicadas no Brasil, mas a mais famosa foi a vermelha. “Cidades de Papel” foi o quarto romance de John Green. Confira a resenha do blog aqui.

O Teorema Katherine: teve apenas uma capa publicada no Brasil, a toda branca. Em outros países teve algumas outras capas desse livro. “O teorema Katherine” foi publicado em 2006.

Deixe a neve cair: Também só teve apenas uma capa publicada no Brasil. O livro é uma parceria de John Green, Mauren Johnson e Lauren Myracle.

Will e Will, um nome, um destino: Houve duas capas publicadas no Brasil, e a mais famosa foi a azul. “Will e Will” foi publicado em 2010.


Esse foi o Capa versus capa de hoje. Logo faremos outro! Espero que tenham gostado!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Lições de "Morte e vida de Charlie St. Cloud"

           Morte e vida de Charlie St. Cloud, livro escrito por Ben Sherwood e publicado pela Editora Novo Conceito.

Sinopse: “Um coração dividido entre dois mundos. Em uma pacata vila de pescadores da Nova Inglaterra, Charlie St. Cloud cuida dos gramados e monumentos de um antigo cemitério onde seu irmão mais jovem, Sam, está enterrado. Após sobreviver ao acidente de carro que tirou a vida de seu irmão, Charlie recebe um dom extraordinário: ele consegue enxergar, conversar e até mesmo brincar com o espirito de Sam. É neste mundo místico que entra Tess Carroll, uma cativante mulher treinando para navegar sozinha ao redor do mundo em um veleiro. O destino faz com que seu barco seja apanhado por uma violenta tempestade, trazendo-a assim para a vida de Charlie. Sua bela e incomum ligação os leva a uma corrida contra o tempo e a uma escolha entre a vida e a morte, entre o passado e o futuro, entre apegar-se ou deixar o passado para trás – e a descoberta que milagres podem acontecer se nós simplesmente abrirmos nossos corações.”


         Vou começar fazendo uma confissão, comprei o livro somente porque tem o Zac Efron na capa. Sim, julguei o livro pela capa. Estava eu, num daqueles maravilhosos dias de promoção na submarino, até que vi esse livro com um preço absurdamente baixo, nunca tinha escutado falar sobre a história, então arrisquei e comprei.

         Arrisco dizer que esse foi o livro que mais me emocionei, não por ter uma parte de romance estilo chora-soluça-chora, mas por tantos significados que ele nos trás e nos fazer pensar.

        A história começa nos dando um baque e fazendo pensar em como somos sortudos em poder aproveitar a vida, pois as vezes ela é tirada tão cedo, que não há nem tempo de viver experiências incríveis e até mesmo frustrantes. Sentimos um aperto no coração tanto pela situação de Sam, quanto pela de Charlie.

       Eu particularmente me emocionei especialmente pela união de Sam e Charlie, não é algo tão comum, pois eles tinham uma grande diferença de idade, mas mesmo assim, eram ligados de uma forma intensa e viviam um pelo outro. 

        A história de amor de Charlie e Tess é muito linda, apesar de ser um pouco confusa. É bem fácil desistir de ler o livro no início por não conseguir entender, mas eu deixo a dica de ser persistente pois a história é muito boa. É um pouco lunática, é claro, porque não consigo imaginar algo desse tipo acontecendo realmente no nosso mundo, mas é tão bom que te envolve e te faz acreditar até o final do livro.

       A parte que mais me chamou atenção, é o fato de existir a palavra “empate” para acabar com as opiniões contrarias dos irmãos, fazendo os dois esquecerem de discutir e continuarem a jogar.  A promessa de Charlie e Sam é o que te emociona profundamente, eu nunca havia visto uma ligação tão bonita entre duas pessoas, algo que deveria ser cultivado nos dias atuais. Charlie é uma pessoa que conta com um coração grandioso, capaz de fazer tudo pela vida do próximo, e isso é bastante valorizado por todas as pessoas da cidade onde ele vive.

       É uma história de amor entre homem e mulher, e também, a irmandade e os valores familiares.

      Essa história de Ben deu origem a um filme, mas na minha opinião, deixou muito a desejar. O filme tirou um pouco da irmandade de Charlie e Sam para focar mais no amor dele e de Tess, então deixou de fora o que eu julguei mais emocionante.
       E por isso afirmo, podem comprar livros com o seu ator preferido do tempo da infância-juventude, porque sim, eles são bons!! E sim, podemos julgar o livro pela capa.  


 





domingo, 5 de outubro de 2014

Resenha de O guardião de Nicholas Sparks



Sinopse: Seu grande amor pode estar mais perto do que você imagina! Quarenta dias após a morte de seu marido, Julie Barenson recebe uma encomenda deixada por ele. Dentro da caixa, encontra um filhote de cachorro dinamarquês e um bilhete no qual Jim promete que sempre cuidará dela. Depois de tanto sofrimento, ela enfim está pronta para voltar a amar, mas seus primeiros encontros não são nada promissores. Até que surge Richard Franklin, um belo e sofisticado engenheiro que a trata como uma rainha. Julie está animada como havia muito tempo não se sentia, mas, por alguma razão, não consegue compartilhar isso com Mike Harris, seu melhor amigo. Ele, por sua vez, é incapaz de esconder o ciúme que sente dela.




A narrativa de O guardião nas primeiras páginas é bem sem graça. Tanto que comecei ler umas duas vezes e parei pois não conseguia me prender a história, mas lá pelo capítulo 10 a história começa a ser muito interessante e te prende de uma maneira inacreditável. Li o livro em 2 dias e enquanto não terminei, não desgrudava.
O livro começa contando a história de Julie, quando ela ganha seu dinamarquês no natal após perder Jim. Jim morreu após ter um tumor cerebral e não resistir. O cão foi deixado por Jim para alegrar Julie e a cuidar. Na carta desejava que Julie encontra-se outro amor. Quatro anos se passam e Julie começa a sair novamente com homens, até encontrar Richard, um cara perfeito. Julie sempre teve um amigo que era muito mais que isso, era um admirador. Mike estava sempre ali, tentando ajudar ela.
Mike nunca teve coragem de admitir seus sentimentos a Julie e quando ela começa a sair com Richard, ele enlouquece.  Após algumas saídas com Richard, Julie começa a pensar que não sente atração por ele e começa a pensar em Mike. Julie então começa a sair com Mike e descobre seus sentimentos por ele, e aí que o livro fica interessante.
Richard se revela um psicopata. Começa a perseguir Julie de uma maneira enlouquecedora e Mike tenta protege-la de toda maneira. Richard começa a ligar para Julie e não falar nada, fotografa-la em todos os momentos e o pior, começa a confundir Julie com Jessica, sua ex mulher.
O que mais gostei no livro foi Singer, o cão desengonçado de Julie. Ele virou um enorme cão, carinhoso e muito cuidadoso. Tanto que protege Julie até no último instante.
A trama se desenvolve de uma maneira muito rápida, tudo passa em questões de dias. E o final te deixa boquiaberto. Só vou revelar que alguém morre, mas acho que isso todo mundo sabe, porque o Nicholas sempre mata alguém.

Pra quem gostou de Um porto seguro, vai gostar muito de O guardião. São histórias parecidas e tenho gostado muito dessa nova maneira de narrar do Nicholas. 

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Dica do dia: Métrica, de Colleen Hoover




Métrica é o primeiro livro da série Slammed, escrita por Colleen Hoover e publicada pela editora Galera Record em 2013.

Sinopse: Pura poesia. Ou um baque no coração. Se apaixonar pode ser cada uma dessas coisas... Quem sabe, ainda, sua doce e dolorosa mistura. Pelo menos é o que Layken está prestes a descobrir. Se ousar, simplesmente, viver. Se escolher enfrentar o que o destino lhe reservou. Mas o destino é inexorável... E talvez a cota de dor seja mais do que ela possa suportar. Afinal, como é possível continuar seguindo quando seu coração está congelado?



      Layken perde seu pai de morte repentina, e sua mãe decide seguir com ela e seu irmão para Michigan. Ao chegar lá, o irmão de Layken arruma amizade de cara, possibilitando que Layken conheça Will, seu vizinho (que eu imagino a coisa mais maravilhosa do mundo inteiro), Layken se encanta por Will logo no inicio, e eu não esperava diferente, porque ele é incrivelmente apaixonante, eles se envolvem na primeira semana que ela chega a cidade, mas........ MAS......... massssss..... é lógico que não ia ficar tudo a mil maravilhas, e é exatamente no primeiro dia de aula de Layken que acontece algo inesperado e completamente desnecessário na vida dela, (não, eu não vou dar spoiler). 

    A partir de então, Layken e Will encontram uma barreira entre os dois, algo que não deixa se relacionarem, o que começa a ser muito sufocante, agoniante e angustiante. 
Colleen também prega muito a ideia da poesia slam, algo que eu não conhecia, e me encantei tanto quando pela história de Will e Layken. Apesar do drama, eu consegui ler o livro em apenas um dia, e posso arriscar de longe que nunca li algo parecido, nunca me apaixonei tanto por uma história como essa. No entanto, criei muitas expectativas para o segundo livro da série, o Pausa, e sinceramente, na minha opinião não superou Métrica. Se está em busca de algo romântico, dramático e apaixonante, Métrica é a melhor escolha.